terça-feira, 13 de agosto de 2013

De Volta aos Treinos de Corrida!


Olá Pessoal, 

A muito tempo que não posto nada é verdade, meio que abandonei o Blog devido a uma serie de problemas relacionado a lesões e projetos que acabaram não dando muito certo, mas me sinto feliz de estar voltando a correr! Depois de um longo período de recuperação de lesão, como já postei aqui, sofri muito com uma fascite plantar, foram anos com a lesão, sofri, me frustrei demais, acabei abandonando o triathlon, vendi meus equipamentos, minhas duas bikes, mas agora estou melhor tenho corrido e lógico, não estou nem perto de ter a condição física que tinha quando treinava, mas acredito que devagar vou voltando.

Hoje o dia começo lindo com um solzinho meio tímido, a praia do Perequê-Açú estava com a maré baixa e a areia bem plana, ideal para a corrida, onde fiz 7km trote totalizando 34'40 de treino, media de frequência 160bpm. Como eu disse estou longe de quando treinava e competia, mas com Foco, Força e determinação acredito voltar. Obrigado e grande Abraço!!

 Pra que pista de atletismo!!

7km totalmente plano!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Treinamento baseado em mitos ou através de estudos científicos?

Olá pessoal, 


Um amigo do face, Anderson Bassi, postou esse texto no seu Blog. Achei muito interessante, o texto tenta transmitir informações pautadas em estudos científicos, deixando de lado os mitos, levando em consideração experiências de quando atleta e membro acadêmico.





Apesar de o senso comum dizer que quanto mais forte treinamos, mais evoluímos nossa performance, um número significativo de evidências  apontam justamente para o oposto.
Um estudo publicado no Official Journal of the American College of Sports Medicine, com título de How Do Endurance Runners Actually Train? Relationship with Competition Performance, com população amostra constituída por corredores de elite, mostrou que o treinamento forte (acima do Limiar Aeróbio), na verdade somente levou os atletas a terem um aumento na incidência de “overtraining”.

Em contrapartida, atletas que treinaram leve (abaixo do Limiar Aeróbio), mostraram os maiores ganhos em performance. 

Outro estudo similar publicado no Journal of the American College of Sports Medicine, mostrou que o treinamento leve, em conjunto com treinamento de força, com algumas sessões de alta intensidade, foi o melhor para aumento da velocidade em VO2 Máximo, mais do que inúmeras sessões de alta intensidade acima do Limiar Aeróbio. 

Mesmo aqueles que treinaram em “meio de faixa” (entre primeiro e segundo limiar anaeróbio) tiveram menores ganhos em VO2 Máximo.

Interpreto esses resultados da seguinte forma: 

Uma característica visível em grandes atletas é a destreza desportiva, ou seja, impecável gesto motor. 

Estudos em Biomecânica comprovam que o movimento Humano bem aplicado, não só promove grande economia no VO2 Máximo, mas também causa grande aumento no desempenho desportivo. Além de prevenir lesões causadas pela má aplicação do movimento. 

Treinamentos que sobrecarregam menos o sistema nervoso autônomo parassimpático causam menos estresse. Consequentemente, diminuem o risco de causar “overtraining”, e acima de tudo, permitem que o atleta preste maior atenção à aplicação do movimento.

Sou atleta desde a infância, com isso, tive a oportunidade de praticar competitivamente as seguintes modalidades: 

Futebol (categorias: fraldinha, infantil, juvenil); BMX (categoria Juvenil); Mountain Bike Cross Country (Categoria Junior e Elite); Mountain Bike Up Hill (Categoria Junior); Mountain Bike Down Hill (categoria Junior); Ciclismo de Estrada (Categoria Amador e Elite); Ciclismo contra Relógio (Categoria Junior); Triathlon Xterra (Amador); Triathlon (Categoria Amador e Elite); 

Nessa jornada incluí diversos treinadores, nutricionistas e médicos. Esse contato com a prática e com esses profissionais me rendeu muito aprendizado. Eu sempre acreditei que a teoria torna a prática mais eficiente. 

Em minha graduação, logo no inicio, montei meu primeiro projeto de iniciação cientifica. O projeto era sobre Biomecânica de Ciclismo, meu objetivo era iniciar estudos sobre alguns mitos. 

Doze anos atrás, comecei a dar aulas de Ciclismo, treinei atletas amadores e profissionais. Com o passar do tempo, percebi diversos erros de interpretação sobre teorias de treinamento desportivo, uma delas: 

Fase de “base”, onde a maioria dos atletas de esporte com predominância aeróbia treinam grandes volumes, por quê? 

Porque alguém interpretou mal Matveiev, autor do livro Fundamentos do Treino desportivo (1973). 

Matveiev, em sua obra, deixa claras as funções do treinamento desportivo. 

Em seu estruturamento do treinamento, baseado nos ciclos de supercompensação do Austríaco Hans Selye, denomina como período básico ou período preparatório geral.

O período Básico, vulgarmente chamado de “Base”, é o período do treinamento onde os substratos fisiológicos são trabalhados em percentuais iguais. Isso não quer dizer trabalhos com alto volume e baixa intensidade, um erro de interpretação que muitos praticam por aí. 

Além desses equívocos, temos no esporte os mitos. Esses infelizmente predominam no Brasil. 

Falta de conhecimento teórico, somado aos mitos, faz com que percamos até mesmo para Cuba, um país menos desenvolvido economicamente do que nós. 

Por quê? 

Porque para que o treinamento desportivo seja eficiente, ele deve conter em si uma teoria, um fundamento, pautado em fatos e não em mitos. 

Voltando aos estudos citados acima, concluo que em esportes de predominância aeróbia, é fundamental que: 

1º O treinamento deve ser individualizado; 

2º O Macrociclo deve seguir um objetivo principal; 

3º O atleta nunca pode entrar em “overtraining”; 
4º Quer ir mais rápido? Evolua a técnica. Gesto motor mal aplicado é igual a desperdício de energia e lesões;
5º Quer melhorar o desempenho? Treine maior predominância na zona do primeiro limiar ventilatório, que é detectado em teste ergoespirométrico. 

6º Para o praticante de esporte amador: o treino deve se adequar a sua rotina e não sua rotina ao treino; 

7º Tenha acompanhamento de um Médico Nutrólogo, sua alimentação e suplementação também devem ser pautadas em fatos. Por exemplo: seu corpo já está com alto índice proteico, aumentar a dosagem pode acarretar distúrbios metabólicos; 

8º O principal motivo do Brasil não ser uma potencia no esporte é a falta de cultura esportiva. Sendo assim, estude, leia sobre esporte, conheça a história das coisas, as origens e fundamentos, assista a documentários. Afinal, informação é a chave de qualquer negocio. 

O melhor atleta não é o mais forte, mais alto, mais rápido, mas sim aquele que possui intelecto avançado. O Campeão sabe otimizar os seus recursos, onde suas dificuldades se tornam possibilidades e transforma suas deficiências em potencialidades. 

Com esse texto, tento transmitir informações pautadas em estudos científicos, deixando de lado os mitos, levando em consideração minha experiência quando atleta de elite e membro acadêmico. 
Bons treinos a todos!
Fiquem em Paz.


Fonte: http://andersonbassi.blogspot.com.br/2012/07/treinar-forte-nao-e-bom.html?showComment=1342121072300#c6090934503426391811

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Olá pessoal,

Resolvi colocar um vídeo do Eduardo Sturla Argentino Tri campeão do Ironman Brasil, achei o vídeo muito interessante, ele deu uma clinica de triathlon com o apoio da companhia atlética em São Paulo.

Espero que gostem!


Abraço

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Internacional de Santos


Momentos bem quentes durante a prova com alta temperatura e por esta razão a largada antecipada para 7:30 hs. A prova foi bastante disputada e abriu a temporada da modalidade contando com a participação de 1.207 atletas de 11 estados e teve como campeões Reinaldo Colucci e Carla Moreno.


Resultados do 21 Triathlon Internacional de Santos 5/2/2012
Masculino:
1º) Reinaldo Colucci (BRA), 1h46min42seg
2º) Marcus Fernandes (BRA), 1h47min32seg
3º) Danilo Pimentel (BRA), 1h47min56seg
4º) Adriano Sachetto (BRA), 1h48min49seg
5º) Alexandre Gomes (BRA), 1h50min20seg


Feminino:
1ª) Carla Moreno (BRA), 2h03min54seg
2ª) Luisa de Baptista Duarte (BRA), 2h07min52seg
3ª) Carolina Furriela (BRA), 2h08min25seg
4ª) Ariane Monticeli (BRA), 2h11min05seg
5ª) Fernanda Garcia (BRA), 2h14min20seg

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

QUAL O TAMANHO DA SUA VONTADE PARA ALCANÇAR SEUS OBJETIVOS?

MELHOR VÍDEO MOTIVACIONAL QUE JÁ VI! E UM TAPA NA CARA DOS SEM INICIATIVA.


Abraço

sábado, 10 de dezembro de 2011

PERIODIZAÇÃO PARA IRONMAN BRASIL

 IRONMAN BRASIL 2012



Prof. Luiz Cláudio Câmara Gonçalves

Sonho ou realidade é o desejo de todo triatleta completá-lo e vencer as suas distâncias mesmo que não seja no Havaí, acontece em Florianópolis, e que graças a excelente organização tornou-se uma das etapas seletivas para a grande prova em Kona. Portanto, porque não tornarmos a grande prova do Triathlon brasileiro, assim, marcando definitivamente a história do Triathlon no Brasil.
Para que o sonho de completar uma prova como o Ironman um mínimo de estrutura torna-se necessária, principalmente um programa de treinamento bem determinado com base nos princípios do treinamento desportivo, na fisiologia humana no exercício e na psicologia desportiva. Sendo, assim, uma planilha semanal de treinamento básica estará sendo apresentada, ou seja, uma "microciclo" de treinamento estará disponível para o desenvolvimento de todas as capacidades fisiológicas envolvidas numa prova como o Ironman, portanto, uma microciclo corresponde a uma semana de treino. A união de três a cincos microciclos formará um "mesociclo" de treinamento que corresponde em média a um mês de treino.
Essa orientação periodizada de 20 semanas, torna-se necessária para o desenvolvimento das qualidades físicas pertinentes a um esporte, pois, o conhecimento das cargas que serão utilizadas nos treinos são imprescindíveis para o controle do trabalho físico e para uma correta distribuição do treinamento durante o "macrociclo", que corresponde a um período de treino em média de quatro meses a um ano de treino; evitando assim, o overtraining. Esse planejamento para a competição alvo, que será o IRONMAN BRASIL 2012, permitirá que o atleta complete a prova com estrema tranqüilidade, pois, ele atingirá sua capacidade máxima de performance física na semana próxima a competição, isto é, atingirá o seu PICO de treinamento e estará apto a fazer a prova almejada.
A periodização deve conter a distribuição das cargas de treino, volume e intensidade no macrociclo anual. No período de treinamento de base o volume permanece maior que a intensidade, pois, nesta fase objetiva-se um bom desenvolvimento da preparação física e técnica do atleta formando um lastro fisiológico que permitira o atleta receber altas intensidades de treino na próxima fase. Agora na fase específica, o volume de treino diminui e a intensidade aumenta próximo ao meio da fase específica as linhas de volume e intensidade devem se cruzar e a intensidade continuam a sofre um incremento até próximo a competição alvo, na fase de competição.
No macrociclo apresentado os treinos iniciam-se na terça-feira, dia 17 de Janeiro. A segunda-feira será reservada para o devido descanso, pois, sabemos que o descanso faz parte do treinamento. Vale ressaltar que antes de iniciar os treinos é necessário que algumas avaliações funcionais e estruturais sejam feitas. A avaliação funcional deve determinar o nível de desenvolvimento fisiológico do atleta, assim, como a presença de algum tipo de patologia que possa afetar os treinos. Esses testes devem determinar: a capacidade aeróbia máxima (VO2 máx), os dados antropométricos (perimetria, diâmetro ósseo, composição corporal, estatura, comprimentos ósseos), flexibilidade, limiar anaeróbio, perfil psicológico.
Como dito anteriormente, cada semana de treinamento corresponde a um microciclo que é a menor fração da periodização do treinamento iniciando na segunda-feira e terminando no domingo. Tendo cada microciclo um determinado efeito característico no desenvolvimento fisiológico do atleta e, são representados pelas siglas:
  • O – ORDINÁRIO: aplica-se cargas moderadas;
  • CH – CHOQUE: aplica-se cargas fortes;
  • R – RECUPERADO: aplica-se cargas para recuperar os sistemas fisiológicos degradados nos microciclos anteriores.
  • C – COMPETITIVOS: controle do treino com sessões de manutenção dos níveis fisiológicos obtidos com os treinos.
A união de um grupo de microciclos formou um mesociclo de treinamento que permite um comportamento das cargas de trabalho físico com uma maior homogeneidade e um desenvolvimento cíclicos dos sistemas fisiológicos envolvidos.
Esta periodização do treinamento foi desenvolvida para que um atleta que ira participar do IRONMAN BRASIL em 10 a 14 horas com segurança.

Abraço e Bons Treinos

Jarrão

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Brasileiro Master agitou o Rio de Janeiro no último domingo


Por Mundo Tri,

Um domingo abençoado para o Triathlon do Rio: Recorde de inscrições (434 atletas), a volta de triatletas consagrados, muita gente nova, clima de festa, alegria, amizade e tudo o mais que o triathlon merece.
A largada antecipada contribuiu para a melhoria da segurança e São Pedro deu uma trégua com a chuva para a alegria dos competidores.
Além da busca pelas premiações, a prova foi decisiva para o Campeonato Estadual que acabou revelando os grandes campeões de 2011.


Tudo começou às 07:32 h com a largada do Short com 218 atletas inscritos. Pedro Arieta, Romulo Igor e Gerardo Pereira saíram na frente na etapa de natação e partiram para o ciclismo. Suely Baronto, Carla Guerra e Renata Moreira, também fizeram bonito no feminino e saíram na frente de suas concorrentes e iniciaram o ciclismo.
O pelotão da frente no ciclismo tinha Pablo Casadio, Leonardo Paz, Gerardo Pereira, Pedro Arieta, Bruno Brand, Romulo Igor, Mauricio Soares e Leonardo Lopes. No feminino Carla Guerra e Isabella Vidigal superaram a niteroiense Suely Baronto e deram o ritmo da prova.

No final, Pedrinho Arieta venceu a prova e levou o título do estadual na distância short. O mesmo aconteceu no ciclismo com a vitória de Suely Baronto que também conquistou o campeonato.
No olímpico, com 216 atletas inscritos, Raul Furtado demonstrou sua excelente fase fazendo a melhor natação e o melhor ciclismo. Depois administrou sua vantagem na corrida com uma prova regular, o suficiente para garantir sua vitória tranquila com 6 minutos à frente do segundo colocado, o paulista José Ricardo Graça e do brasiliense Rafael Holbasch que chegou 17 segundos depois deste.
No feminino, Priscila Dutra saiu em primeiro na natação, seguida por Livia Bustamante e Miriam Xavier, uma das melhores atletas que já tivemos em passado recente, e que retornou em grande estilo ao convívio da família do Triathlon.

No ciclismo Leila Anchieta impôs um forte ritmo superando Priscila Dutra, com Andrea Carloni aparecendo em terceiro.
Mas a corrida foi decisiva para a prova e Livia Bustamante recuperou o terreno perdido fechando a prova em primeiro, com quase 3 minutos à frente da segunda colocada, Leila Rocha e Priscilla Dutra na terceira colocação com 3 minutos e 34 segundos depois desta.
Entre a galera que brilhou no passado e agora retorna às competições, registramos a presença de Alexandre Souza Campos, o popular Boquinha, (5º na 45 a 49 anos), além de Miriam Xavier (1ª na 50 a 54 anos), Victor Alves Pereira (4º na 40 a 44 anos), todos na distância Olímpica, além de Roger Hampshire quinto colocado na 50 a 54 anos da distância Short.

Brasileiro Master
Os atletas com mais de 30 anos, federados por qualquer Estado Brasileiro e que correram a distância Olímpica, participaram automaticamente do II Campeonato Brasileiro de Triathlon Master, promovido pelo CBEM – Comitê Brasileiro de Esporte Marter, supervisionado pela Associação de Triathlon Master do Rio.


Resultados – Short
1º) Pedro Arieta (Cicle Itaipu/Cerv Noi/Nike – Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 1h00min57s
2º) Gerardo Pereira Lima Filho (Marlokko – Vila Velha/ES) – 1h01min19s
3º) Leonardo Paz Cabral de Almeida (Léo Paz – Belo Horizonte/MG) – 1h01min55s
4º) Pablo Ribeiro Casadio (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 1h02min16s
5º) Bruno Brand (Acad Strong/Universo/Murilo Abi Ramia – Fernanda Keller – Maricá/RJ) – 1h02min39s




1ª) Suely Baronto (Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 1h13min23s
2ª) Carla Guerra (Tivit/Xerox/Rei/Imob Paulo Rodrigues – Rio de Janeiro/RJ) – 1h15min30s
3ª) Isabella Vidigal (Léo Paz – Belo Horizonte/MG) – 1h18min37s
4ª) Renata Silva Y Nunes Moreira (Caçula – Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 1h22min01s
5ª) Vanessa Ferreira Urbieta (Academia Saúde 2000 – Nova Iguaçú/RJ) – 1h22min06s

Resultados – Olímpico
1º) Raul Furtado (Equipe Raul Furtado – Itaipava/RJ) – 1h57min41s
2º) José Ricardo Graça (Equilibrium Assessoria Esportiva – Ubatuba/SP) – 2h03min27s
3º) Rafael Holbasch (Brasilia/DF) – 2h03min44s
4º) Rodrigo Moreira Pereira (Rio de Janeiro/RJ) – 2h03min52s
5º) Paulo Sergio Costa (UDF/Centro Univ/Assejufe/Umidade10 – Taguatinga/DF) – 2h05min28s

1ª) Lívia Bustamante R. Mendes (Equipe Raul Furtado – Petrópolis/RJ) – 2h21min35s
2ª) Leila Liana Rocha (Carlos Eugênio CE+3 – Niterói/RJ) – 2h24min19s
3ª) Priscila Dutra (WQL Sports – Brasília/DF) – 2h27min53s
4ª) Melissa Ilha Martins (Equipe Raul Furtado – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min18s
5ª) Tatiana Batista Costa (Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min28s

II Campeonato Brasileiro Master
1º) Raul Furtado (Equipe Raul Furtado – Itaipava/RJ) – 1h57min41s
2º) José Ricardo Graça (Equilibrium Assess Esportiva – Ubatuba/SP) – 2h03min27s
3º) Rodrigo Moreira Pereira (Rio de Janeiro/RJ) – 2h03min52s
4º) Paulo Sergio Costa (UDF/Centro Univ/Assejufe/Umidade10 – Taguatinga/DF) – 2h05min28s
5º) Arthur Fernandes Cortez (Rio de Janeiro/RJ) – 2h05min53s

1ª) Lívia Bustamante R. Mendes (Equipe Raul Furtado – Petrópolis/RJ) – 2h21min35s
2ª) Leila Liana Rocha (Carlos Eugênio CE+3 – Niterói/RJ) – 2h24min19s
3ª) Melissa Ilha Martins (Equipe Raul Furtado – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min18s
4ª) Tatiana Batista Costa (Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min28s
5ª) Diana Cabral Siqueira (Walter Tuche – Rio de Janeiro/RJ – 2h42min40s

Campeonato Estadual – Short
1º) Pedro Arieta (Cicle Itaipu/Cerv Noi/Nike – Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 200 pontos
2º) Bruno Brand (Acad Strong/Universo/Murilo Abi Ramia – Fernanda Keller – Maricá/RJ) – 175 pontos
3º) Pablo Ribeiro Casadio (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 145 pontos
4º) Moisés Guimarães do Amaral (CNR Santa Luiza – Rio de Janeiro/RJ) – 110 pontos
5º) Marcos Hallack (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 85 pontos

1ª) Suely Baronto (Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 200 pontos
2ª) Karen Krichanã da Silva (Carlos Eugenio CE+3 – Araruama/RJ) – 185 pontos
3ª) Carla Guerra (Tivit/Xerox/Rei/Imob Paulo Rodrigues – Rio de Janeiro/RJ) – 170 pontos
4ª) Renata Silva Y Nunes Moreira (Caçula – Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 140 pontos
5ª) Vanessa Ferreira Urbieta (Academia Saúde 2000 – Nova Iguaçú/RJ) – 140 pontos

Campeonato Estadual – Olímpico
1º) Rafael Cabral Ribeiro da Silva (Walter Tuche – Rio de Janeiro/RJ) – 145 pontos
2º) Arthur Fernandes Cortez (Rio de Janeiro/RJ) – 140 pontos
3º) Rodrigo Ferreira B. Faria (R F Sports – Niterói/RJ) – 120 pontos
4º) Tobias Teixeira Silva (A&T Endurance – Rio de Janeiro/RJ) – 120 pontos
5º) Diogo Fiocchi de Araújo (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 120 pontos

1ª) Leila Liana A. Rocha (Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 185 pontos
2ª) Melissa Ilha Martins (Equipe Raul Furtado – Rio de Janeiro/RJ) – 155 pontos
3ª) Laura Rosa Marques (T S Treinamento Pers – Rio de Janeiro/RJ) 150 pontos
4ª) Tatiana Batista Costa (Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) –140 pontos
5ª) Diana Cabral Siqueira (Walter Tuche – Rio de Janeiro/RJ) – 120 pontos

Brasileiro Master agitou o Rio de Janeiro no último domingo


Por Mundo Tri,

Um domingo abençoado para o Triathlon do Rio: Recorde de inscrições (434 atletas), a volta de triatletas consagrados, muita gente nova, clima de festa, alegria, amizade e tudo o mais que o triathlon merece.
A largada antecipada contribuiu para a melhoria da segurança e São Pedro deu uma trégua com a chuva para a alegria dos competidores.
Além da busca pelas premiações, a prova foi decisiva para o Campeonato Estadual que acabou revelando os grandes campeões de 2011.


Tudo começou às 07:32 h com a largada do Short com 218 atletas inscritos. Pedro Arieta, Romulo Igor e Gerardo Pereira saíram na frente na etapa de natação e partiram para o ciclismo. Suely Baronto, Carla Guerra e Renata Moreira, também fizeram bonito no feminino e saíram na frente de suas concorrentes e iniciaram o ciclismo.
O pelotão da frente no ciclismo tinha Pablo Casadio, Leonardo Paz, Gerardo Pereira, Pedro Arieta, Bruno Brand, Romulo Igor, Mauricio Soares e Leonardo Lopes. No feminino Carla Guerra e Isabella Vidigal superaram a niteroiense Suely Baronto e deram o ritmo da prova.

No final, Pedrinho Arieta venceu a prova e levou o título do estadual na distância short. O mesmo aconteceu no ciclismo com a vitória de Suely Baronto que também conquistou o campeonato.
No olímpico, com 216 atletas inscritos, Raul Furtado demonstrou sua excelente fase fazendo a melhor natação e o melhor ciclismo. Depois administrou sua vantagem na corrida com uma prova regular, o suficiente para garantir sua vitória tranquila com 6 minutos à frente do segundo colocado, o paulista José Ricardo Graça e do brasiliense Rafael Holbasch que chegou 17 segundos depois deste.
No feminino, Priscila Dutra saiu em primeiro na natação, seguida por Livia Bustamante e Miriam Xavier, uma das melhores atletas que já tivemos em passado recente, e que retornou em grande estilo ao convívio da família do Triathlon.

No ciclismo Leila Anchieta impôs um forte ritmo superando Priscila Dutra, com Andrea Carloni aparecendo em terceiro.
Mas a corrida foi decisiva para a prova e Livia Bustamante recuperou o terreno perdido fechando a prova em primeiro, com quase 3 minutos à frente da segunda colocada, Leila Rocha e Priscilla Dutra na terceira colocação com 3 minutos e 34 segundos depois desta.
Entre a galera que brilhou no passado e agora retorna às competições, registramos a presença de Alexandre Souza Campos, o popular Boquinha, (5º na 45 a 49 anos), além de Miriam Xavier (1ª na 50 a 54 anos), Victor Alves Pereira (4º na 40 a 44 anos), todos na distância Olímpica, além de Roger Hampshire quinto colocado na 50 a 54 anos da distância Short.

Brasileiro Master
Os atletas com mais de 30 anos, federados por qualquer Estado Brasileiro e que correram a distância Olímpica, participaram automaticamente do II Campeonato Brasileiro de Triathlon Master, promovido pelo CBEM – Comitê Brasileiro de Esporte Marter, supervisionado pela Associação de Triathlon Master do Rio.


Resultados – Short
1º) Pedro Arieta (Cicle Itaipu/Cerv Noi/Nike – Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 1h00min57s
2º) Gerardo Pereira Lima Filho (Marlokko – Vila Velha/ES) – 1h01min19s
3º) Leonardo Paz Cabral de Almeida (Léo Paz – Belo Horizonte/MG) – 1h01min55s
4º) Pablo Ribeiro Casadio (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 1h02min16s
5º) Bruno Brand (Acad Strong/Universo/Murilo Abi Ramia – Fernanda Keller – Maricá/RJ) – 1h02min39s


1ª) Suely Baronto (Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 1h13min23s

2ª) Carla Guerra (Tivit/Xerox/Rei/Imob Paulo Rodrigues – Rio de Janeiro/RJ) – 1h15min30s
3ª) Isabella Vidigal (Léo Paz – Belo Horizonte/MG) – 1h18min37s
4ª) Renata Silva Y Nunes Moreira (Caçula – Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 1h22min01s
5ª) Vanessa Ferreira Urbieta (Academia Saúde 2000 – Nova Iguaçú/RJ) – 1h22min06s

Resultados – Olímpico
1º) Raul Furtado (Equipe Raul Furtado – Itaipava/RJ) – 1h57min41s
2º) José Ricardo Graça (Equilibrium Assessoria Esportiva – Ubatuba/SP) – 2h03min27s
3º) Rafael Holbasch (Brasilia/DF) – 2h03min44s
4º) Rodrigo Moreira Pereira (Rio de Janeiro/RJ) – 2h03min52s
5º) Paulo Sergio Costa (UDF/Centro Univ/Assejufe/Umidade10 – Taguatinga/DF) – 2h05min28s

1ª) Lívia Bustamante R. Mendes (Equipe Raul Furtado – Petrópolis/RJ) – 2h21min35s
2ª) Leila Liana Rocha (Carlos Eugênio CE+3 – Niterói/RJ) – 2h24min19s
3ª) Priscila Dutra (WQL Sports – Brasília/DF) – 2h27min53s
4ª) Melissa Ilha Martins (Equipe Raul Furtado – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min18s
5ª) Tatiana Batista Costa (Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min28s

II Campeonato Brasileiro Master
1º) Raul Furtado (Equipe Raul Furtado – Itaipava/RJ) – 1h57min41s
2º) José Ricardo Graça (Equilibrium Assess Esportiva – Ubatuba/SP) – 2h03min27s
3º) Rodrigo Moreira Pereira (Rio de Janeiro/RJ) – 2h03min52s
4º) Paulo Sergio Costa (UDF/Centro Univ/Assejufe/Umidade10 – Taguatinga/DF) – 2h05min28s
5º) Arthur Fernandes Cortez (Rio de Janeiro/RJ) – 2h05min53s

1ª) Lívia Bustamante R. Mendes (Equipe Raul Furtado – Petrópolis/RJ) – 2h21min35s
2ª) Leila Liana Rocha (Carlos Eugênio CE+3 – Niterói/RJ) – 2h24min19s
3ª) Melissa Ilha Martins (Equipe Raul Furtado – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min18s
4ª) Tatiana Batista Costa (Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 2h36min28s
5ª) Diana Cabral Siqueira (Walter Tuche – Rio de Janeiro/RJ – 2h42min40s

Campeonato Estadual – Short
1º) Pedro Arieta (Cicle Itaipu/Cerv Noi/Nike – Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 200 pontos
2º) Bruno Brand (Acad Strong/Universo/Murilo Abi Ramia – Fernanda Keller – Maricá/RJ) – 175 pontos
3º) Pablo Ribeiro Casadio (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 145 pontos
4º) Moisés Guimarães do Amaral (CNR Santa Luiza – Rio de Janeiro/RJ) – 110 pontos
5º) Marcos Hallack (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 85 pontos

1ª) Suely Baronto (Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 200 pontos
2ª) Karen Krichanã da Silva (Carlos Eugenio CE+3 – Araruama/RJ) – 185 pontos
3ª) Carla Guerra (Tivit/Xerox/Rei/Imob Paulo Rodrigues – Rio de Janeiro/RJ) – 170 pontos
4ª) Renata Silva Y Nunes Moreira (Caçula – Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) – 140 pontos
5ª) Vanessa Ferreira Urbieta (Academia Saúde 2000 – Nova Iguaçú/RJ) – 140 pontos

Campeonato Estadual – Olímpico
1º) Rafael Cabral Ribeiro da Silva (Walter Tuche – Rio de Janeiro/RJ) – 145 pontos
2º) Arthur Fernandes Cortez (Rio de Janeiro/RJ) – 140 pontos
3º) Rodrigo Ferreira B. Faria (R F Sports – Niterói/RJ) – 120 pontos
4º) Tobias Teixeira Silva (A&T Endurance – Rio de Janeiro/RJ) – 120 pontos
5º) Diogo Fiocchi de Araújo (Saúde Performance – Juiz de Fora/MG) – 120 pontos

1ª) Leila Liana A. Rocha (Carlos Eugenio CE+3 – Niterói/RJ) – 185 pontos
2ª) Melissa Ilha Martins (Equipe Raul Furtado – Rio de Janeiro/RJ) – 155 pontos
3ª) Laura Rosa Marques (T S Treinamento Pers – Rio de Janeiro/RJ) 150 pontos
4ª) Tatiana Batista Costa (Pró Ribeiro – Rio de Janeiro/RJ) –140 pontos
5ª) Diana Cabral Siqueira (Walter Tuche – Rio de Janeiro/RJ) – 120 pontos
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